Em Defesa do Euro
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Os economistas da Escola Austríaca consideraram desde sempre que, enquanto não se conseguir criar o sistema monetário ideal, é um grave erro de teoria económica e de prática política cometido por muitos economistas, especialmente os da Escola de Chicago, defender tipos de câmbio flexíveis num contexto de nacionalismo monetário, como se uns e outro estivessem de algum modo mais conformes com uma economia de mercado. Pelo contrário, para os austríacos, enquanto não forem abolidos os bancos centrais e não for reinstaurado o padrão-ouro clássico com um coeficiente de reserva bancária de 100%, haveria que fazer todo o possível para que o sistema monetário vigente se aproximasse do ideal, tanto quanto ao seu funcionamento como quanto aos seus resultados.
Isto exige que se limite ao máximo o nacionalismo monetário, se elimine a possibilidade de cada país desenvolver uma política monetária autónoma e se restrinja o mais possível as políticas inflacionárias de expansão creditícia, criando uma moldura monetária que discipline o mais possível os agentes económicos, políticos e sociais e, em especial, os sindicatos e outros grupos de pressão, os políticos e os bancos centrais.
Informação adicional:
- ISBN: 978 – 989 – 8184 – 054 – 0
- Setembro 2012
- 85 páginas
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