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Na sequência
da séria crise financeira que sofremos, o papel do sistema financeiros no
financiamento da economia e no seu comportamento face aos ciclos económicos
ganham um novo relevo. O autor trata de forma exaustiva estes temas, à luz das
conhecidas teorias económicas, abordando o candente papel dum Banco Central nas
modernas economias, terminado com uma proposta de reforma do sistema bancário. A
editora Bnomics, que se afirmou pela qualidade e atualidade da literatura
económica, edita agora um livro muito atual e a não perder no momento atual.
LUIS MIRA AMARAL, Presidente Executivo Banco BIC
Português SA
Os desafios que enfrentamos têm incentivado o regresso à teoria e ao
debate sobre as grandes questões da economia. O Prof. Huerta de Soto, com ideias
fundadas no pensamento económico da Escola Austríaca, vem dar um excelente
contributo à discussão sobre a configuração e o futuro do sector financeiro.
Ler o seu livro é ir mais fundo na procura de respostas para muitas das questões
que hoje nos consomem.
Rui Semedo,
Presidente do Banco Popular Portugal
Esta e uma obra que pode modificar a forma como os
economistas pensam sobre temas tão importantes como a moeda, o crédito bancário
ou os ciclos económicos. Está escrito numa linguagem clara, contem teorias bem fundamentadas
e, desde a sua primeira edição, ja foi reproduzido nos mais variados países e
nas mais diversas línguas. Chega agora a Portugal, numa versão atualizada e
caracteriza a política de expansão artificial do crédito e a situação a que nos
conduziu, analisa a falta de sustentabilidade dessa expansão e propõe uma
reforma do sistema bancário que poderá proporcionar as futuras gerações um
coerente corpo de princípios que lhes permita traçar e seguir um caminho de
progresso ,quer sob o ponto de vista humano, quer civilizacional.
Rui Leão Martinho, Bastonário da Ordem dos Economistas
A cumplicidade intricada entre a banca e os governos é-nos
contada ao pormenor para compreendermos a origem destas crises cíclicas que
define como “pão para hoje e fome para amanhã” . Percorre a história do
tratamento da moeda/crédito numa lógica de fraude e engano, suportando-se nas
teses centrais da Escola Austríaca. Não permanecendo agarrado ao relato
histórico e factual, avança no capítulo 9 com a arrojada proposta de os bancos
deterem 100% dos seus depósitos em caixa. A ler de forma crítica para um
mergulho na complexidade desta Grande Recessão.
Jorge Marrão – Sócio da Deloitte – Comissão Executiva do Projecto Farol
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