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A Grande Depressão de 2008 começou com o vírus financeiro, descontrolado, a infectar a economia mundial, a partir dos Estados Unidos, e a destroçar o paradigam em que vivemos nas ultimas décadas.
Depois da Grande Depressão de 1929, do Choque Petrolífero de 1973, da Crise Petrolífera de 1980 na guerra Irão-Iraque, da Crise Asiática de 1987 e do rebentar da bolha.com em 2000, o Mundo afundou-se de novo numa violenta crise económica e financeira à escala global.
As grandes referências desta crise, ou as suas imagens de marca, estão identificadas: especulação, ganância, corrupção, economia virtual, subprime, produtos tóxicos, futuros, derivados, CFC, regulação, off-shores…
Alguns dos mais importantes gigantes financeiros e empresariais faliram e, nas práticas das suas equipas de gestão, ficaram a descoberto as marcas do pior da natureza humana. E o contágio alastrou por todo o planeta.
Nas economias mais desenvolvidas e de mercado livre os governos viram-se forçados a fazer injecções maciças de dinheiro em instituições financeiras e empresas privadas retomando princípios keynesianos abandonados e despeitados nas ultimas décadas.
Um grupo de 43 destacadas figuras portuguesas de referência, da Universidade e da vida económica e empresarial, fazem neste livro a primeira grande reflexão sobre as causas desta crise, em Portugal e no Mundo, e apontam caminhos para o nosso futuro.
Um futuro muito sombrio que neste momento é um tremendo e angustiante enigma!
Mas a história económica diz-nos que vai haver mais e melhor Mundo para lá da crise…
«… há que voltar a incutir valores, nomeadamente o respeito pelos outros e pela natureza, a verdade, a justiça, a tolerância, a partilha, e invertendo o espírito consumista e imediatista que impera nas sociedades actuais, de forma transversal, sem medir consequências nem efeitos a nível individual ou colectivo. Valores que são absolutos e não relativos, como tudo parece ser hoje em dia, valores que são a pedra basilar de todas as sociedade e que parecem hoje ter desaparecido, com as consequências à vista…»
Isabel Jonet, Presidente do Banco Alimentar contra a Fome
«…o sistema em vigor faliu … porque, progressivamente, se evoluiu para um sistema financeiro cada vez mais especulativo e irreal, não alicerçado na economia real mas sim substituído pela famigerada “economia virtual ou de casino” com os seus inúmeros “subprimes”, incontroláveis “produto tóxicos” e outros “derivados” em que já ninguém tinha mão e que ruíram como castelos de areia à primeira ventania. Era o delírio do jogo da roleta russa. A ressaca só podia, como foi, ser violenta…»
Fernando Nobre, Fundador e Presidente da Fundação AMI
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