Parcerias

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Dada a dimensão do mercado nacional, para a Logoplaste, como para um grande número de empresas portuguesas, a internacionalização foi a única resposta possível para continuar a crescer e para um reforço sistemático da competitividade.
Para muitas empresas que seguiram esta estratégia, já é possível fazer um balanço. Daí a oportunidade e a importância deste livro, que permitirá reflectir sobre essas experiências e tirar conclusões que serão, certamente, de grande valor para as novas gerações.

Alexandre Relvas, CEO da Logoplaste



O livro agora publicado sobre “Parcerias”, encaradas no plano das relações internacionais, constitui obra oportuna e meritória. Em época marcada por profunda depressão em que a componente investimento tem papel decisivo na recuperação da nossa debilitada economia, a análise dos condicionamentos que se oferecem às alianças entre capitais nacionais e estrangeiros justifica particular ponderação. As parcerias objecto dessas alianças deverão ser opções a privilegiar, nomeadamente quando envolvem tecnologia não disponível no plano nacional ou quando o Estado concede benefícios à concretização dos empreendimentos projectados.
As parcerias serão, provavelmente, muito procuradas pelos capitais nacionais nos mercados externos em que os países lusófonos são o destino mais visível. Nestes últimos mercados, essa cooperação encontra hoje ambiente económico e político favorável e minimiza os riscos dos investimentos. Portugal, por culpa própria, não tem sabido aproveitar os fundos da coesão social e económica proporcionados pela integração europeia e exibe níveis de produtividade que revelam, nos últimos quinze anos, perda de competitividade. As parcerias não representam, obviamente, soluções mágicas mas, cuidadosamente delineadas, alternativas que não devem ser descuradas, como é destacado nesta obra.

Carlos Câmara Pestana, Charmain do Banco Itaú

Encontrar linhas de orientação optimizadas em casos de gestão, as mais das vezes decididos de forma casuística e com resultados nem sempre evidentes estatisticamente, como é o caso das parcerias para o investimento, pode parecer a muitos tarefa impossível. Não a Rui Moreira de Carvalho que, neste livro, nos transporta entre o estado da arte da teoria económica sobre o tema e diversos casos actuais de parcerias, e onde se sente o seu próprio mundo pessoal de experiência.

Luís Palha, CEO do Grupo Jerónimo Martins



A ideia de um espaço económico coincidente com o definido pelas fronteiras da língua portuguesa vem ganhando força e adquirindo contornos reais com o cruzamento de investimentos brasileiros e portugueses nos territórios dos respectivos países e em Angola e Moçambique e, ainda, em outros PALOP. As complementaridades no acesso a fontes de matérias-primas e a mercados vêm sendo aproveitadas pelas iniciativas empresariais.
É um importante tema que importa realçar. As actividades ligadas à transmissão e difusão da palavra, falada e escrita, dos sons, das imagens e dos números cada vez absorvem porções maiores do produto e do investimento globais de cada país. Língua e cultura não são só património sagrado a preservar e a transmitir. São também fundamentos para progresso económico. 250 milhões de “locutores” portugueses. Eis uma sólida base para a constituição e funcionamento de empresas e parcerias multinacionais de língua portuguesa nos campos da rádio, da televisão, do cinema, do teatro, da edição e das telecomunicações. Rui de Carvalho exprime, no final, votos de confiança no futuro, e seu trabalho aponta rotas importantes em sua direcção.

Rui D’Espiney Patrício, administrador Grupo Monteiro e Aranha (Brasil) e ex-Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal

Informação adicional:

  • ISBN: 978-989-8184-10-8
  • Setembro 2009
  • 240 páginas


Informação adicional

Peso 500 kg

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