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| Peso | 500 kg |
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21,20€
O planeta Terra é a “casa” da Humanidade. Ao longo do tempo tem sofrido alterações por acção do Homem, que deixa a sua “marca” por todos os locais por onde passa, e as marcas institucionais não são excepção. Elas perceberam que podem desempenhar um papel preponderante e pró-activo, quer na construção de um planeta com maior sustentabilidade (através das suas acções, produtos/serviços), quer na sua função de sensibilizadoras e educadoras dos seus Colaboradores e de todos os Consumidores.
A obtenção de riqueza conjugada com boas performances ambientais, deixou de ser um capricho de alguns ou uma ideia visionária. Os resultados demonstram que as empresas eco-eficientes são mais rentáveis: consomem menos energia, produzem mais “limpo” (menos resíduos), têm menos acidentes, têm melhores financiamentos, melhor imagem no mercado e em alguns casos pagam menos impostos.
As marcas, tal como as pessoas em particular, gostam de ficar “bem-vistas” e com isso alcançarem uma maior notoriedade junto do seu target. Conceber um produto/serviço, apenas com o objectivo de alcançar os valores de vendas previstos e a satisfação dos seus Clientes, é algo que já está ultrapassado. Com o passar do tempo o Homem ganhou uma nova consciência ambiental, tornando-se mais responsável pelos seus actos. Já não interessa produzir um produto/serviço, sem contabilizar os impactos provocados ao nível social, ambiental e económico. Não é por ser giro, ou por ser uma moda, é mesmo porque: bom ambiente = menor impacto ambiental = qualidade de vida = saúde.
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«Se hoje passarmos os olhos por uma qualquer publicação ou mesmo pela televisão podemos verificar que algo mudou na forma como as empresas comunicam as suas marcas. Podemos encarar esse facto como a consolidação de uma qualquer nova tendência ou como uma mudança mais profunda. Estamos perante uma realidade nova que nos obriga a encarar a comunicação de uma forma diferente. Assim, temos hoje uma mudança civilizacional na percepção dos mercados e dos consumidores no que deve ser o posicionamento das empresas e das marcas. Exige-se cada vez mais responsabilidade e transparência, e sobretudo uma postura mais sustentável, no equilíbrio entre os impactes económicos, ambientais e sociais. As empresas e as suas marcas aí estão a responder a esta chamada da sociedade, como podemos ver na colecção de casos descritos nesta publicação. Felizmente não temos que importar estes exemplos de mercados “mais evoluídos”, temos hoje muito boas práticas e posicionamentos que ombreiam com os exemplos que vêm de fora do País»
Luis Rochartre Álvares
Secretário-Geral do BCSD Portugal- Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável
«A economia em que hoje vivemos foi criada com base num paradigma agora obsoleto e que levou o planeta a uma situação de insustentabilidade: energia barata, recursos naturais ilimitados, mão-de-obra não especializada e barata, consumidores não instruídos.
As marcas estão mais do que nunca sujeitas ao escrutínio dos consumidores, que hoje não exercem os seus direitos de cidadania apenas através do voto, mas também através das escolhas que fazem quando optam por determinado produto ou serviço. Melhorar a vida das pessoas, de todos os stakeholders, desde o fornecedor da matéria-prima, aos colaboradores, passando pelo condutor da empresa de outsourcing e claro está, os consumidores, é o compromisso que as maiores marcas mundiais estão a assumir.
Um caminho assumido das mais diversas, criativas, inovadoras, disruptivas formas e, recorrendo a uma expressão inglesa, em que as empresas têm que verdadeiramente “walk the talk”»
Diogo Teixeira
Partner Couture trend trailing
“O desenvolvimento que procura satisfazer as necessidades da geração actual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades, significa possibilitar que as pessoas, agora e no futuro, atinjam um nível satisfatório de desenvolvimento social e económico e de realização humana e cultural, fazendo, ao mesmo tempo, um uso razoável dos recursos da terra e preservando as espécies e os habitats naturais.”
In Relatório Brundtland, 1987.
“Os profissionais de Marketing precisam de estar conscientes das ameaças e oportunidades associadas às quatro tendências do ambiente natural: a escassez de matérias-primas, o custo mais elevado de energia, os níveis mais elevados de poluição e a mudança de papel dos Governos”.
Philip Kotler
Administração de Marketing 2003.
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